Vereador afirma que prefeito não vetará projeto que reduziu regência de classe à ACTs s

Data: 23/04/2018

Vereador afirma que  prefeito não vetará projeto que reduziu regência de classe à  ACTs s

Professores procuraram o vereador, e, presidente da Câmara Jaime Sens (PDSB) preocupados com a possibilidade de veto desse projeto pelo executivo

Durante o uso da palavra livre o vereador Jaime Sens (PSDB) garantiu aos professores que o prefeito Osni Francisco de Fragas “Lorinho” (PSDB) não irá vetar o projeto, aprovador por sete votos a três na semana passada, que diminui de 40 para 10% a regência de classe nos vencimentos dos professores. “Está assegurado que será mantido essa porcentagem e o Projeto de Lei que altera os R$ 150,00 do vale alimentação para R$ 300,00 já está pronto e deve vir para essa Casa para apreciação já na semana que vem, para que todos os servidores públicos de Ituporanga já recebam esse valor no próximo pagamento”, explicou.

O vereador ainda ressaltou que essa foi apenas uma das medida que o executivo precisou tomar para conseguir cumprir com a lei de responsabilidade fiscal. Ele destacou que ninguém está feliz com essa situação, já que diminuir salário é realmente complicado, mas ainda é melhor do que ter que demitir.

Sens ainda falou sobre as críticas que a administração vem sofrendo ao longo dos últimos dias em relação a esse projeto mas ele lembrou que os valores gastos com a folha de pagamento vem crescendo no últimos anos.

“Em 2012 a média que se gastava com a folha de pagamento era de R$ 1 milhão e 586 mil com 811 funcionários, no ano seguinte foram gastos em média R$ 1 milhão 836 mil para 864 funcionários. 2014 teve um salto com o valor gasto com um número menor de funcionários, 825 e a média mensal da folha somava R$ 2 milhões e 72 mil. No ano de 2015 os 823 funcionários somavam mensalmente R$ 2 milhões 558 mil em folha de pagamento. Em 2016 gastavam-se R$ 2 milhões 855 mil em folha com os 810 servidores. Ano passado ouve um aumento significativo nos gastos com a folha de pagamento, passando para  R$ 3 milhões e 71 mil aos 820 funcionários",

Jaime disse que apresentou os números para poder ilustrar que os valores pagos com a folha  do funcionalismo vem aumentado todos os anos. Quando ao corte no pagamento de comissões, o vereador lembrou que o Projeto de Lei que regulamentou esse pagamento foi criado pela administração anterior. "As pessoas que trabalham, que fazem serviços nas comissões precisam e tem que ser remuneradas, pois trata-se de uma Lei que deve ser cumprida”, finalizou.

Assessoria de Comunicação

Erlon Carlos